Porque será que o ser que somos tem de se debater por tão diversas vezes com questões que são plenamente triviais para outro alguém tão parecido a nós? Porque será que existe uma (in)capacidade tão enorme de alguns seres tomarem até as mais simples decisões? Os simples "será que o faço?", o "será que sim?", passando ainda pelo "será que digo?" revelam-se tão fáceis para uns e tão incrivelmente penosos para outros... É incrível como ainda me debato com questões que já deviam estar plenamente assentes num interior que, muito honestamente, já nem meu parece ser. Uma verdade, sinto falta, uma verdade, gostaria, uma verdade, faz falta, uma realidade, nem sei se quero! Estúpida é a maneira como tento construir um futuro quando ainda me debato com um passado que me é bem presente. Como o concluirei, não sei, mas sei que de alguma maneira terminará, não da forma mais correcta ou poética, porém, como tudo, terá de um fim ter.
Saudades do que não tenho e nem sequer devo cobiçar...
domingo, 31 de outubro de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Medos...
Um ser humano minimamente normal teria medo de perder aquilo que de mais inconstante tem, deveria de ter medo de perder algo que não está seguro, algo que não tem completamente... porém, eu não sou um ser normal (uuuh great news -.-). Medo...medo de quê? De perder aquilo que tenho mais garantido na vida, aquilo que sei que não vou perder, aquilo que sei que vai estar sempre a meu lado durante toda uma vida...porém, sou parvo. Mas, porquê tanto medo? Medo porque tudo seria diferente, medo porque tudo passaria a ser a preto e branco, porque tudo seria um enorme oceano seco, porque tudo seria nada e nada seria algo, porque sem ela, não haveria o mundo, sem ela não haveria o eu, não haveria o nós, não haveria a felicidade *.*
Amo-te ***
sábado, 5 de junho de 2010
Incompetência ...
Apesar de ser um puro nacionalista, devo de dizer que anda ai muito portuguezinho a fazer umas quantas coisas manhosas (x
Ora pois bem, como começou o meu dia? De forma extremamente irritante devo dizer...
10:11h e estou eu na paragem, no terminal do autocarro, esperando ansiosamente as 10:15h, hora em que o autocarro partiria numa longa caminhada até ao próximo autocarro que deveria eu apanhar para ir para a escola... e o que sucede? passam-se as 10:15h, as 10:16h, as 10:17h e nada feito, até que, finalmente às 10:21h aquela grandecissima besta do tripulante do transporte público colectivo (a.k.a. autocarro) decide pousar o raio do jornal desportivo e fazer alguma coisa de jeito na sua inútil vidinha...6 mins depois da hora! Posto este incidente, perdi assim o próximo autocarro que me levaria até àquela coisa chamada "escola" tendo eu chegado atrasado devido ao animalzinho que estava a ler as noticias sobre a nossa querida selecção nacional. -.-
E pronto, foi um momento de pura divagação x)
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Futilidades...
Incrível como o ser humano por vezes se consegue revelar um animal tão reles e surpreendentemente mesquinho (: Parece que parte do nosso eu consiste essencialmente em mentir (talvez não seja mentir mas sim, escondermos o nosso verdadeiro eu) tentando assim levar tudo a bom porto, tentando "enganar" aqueles que mais perto nos estão. Incrível como somos capazes de parecer tão inocentes e, de repente, num breve instante conseguimos mostrar quem realmente somos. Somos tão capazes de nos revelarmos quando menos esperamos (e quando mais mentimos) e depois, na nossa sublime falsidade tudo tentamos remediar sob pena de virmos a ser deixados para trás por aqueles a quem mentimos... (:
Há coisas fantásticas não há?
Sim, e o ser humano não é uma delas ^^
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